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| Foto: Jéssica Meireles |
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| Foto: Jéssica Meireles |
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| Foto: Jéssica Meireles |
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| Foto: Jéssica Meireles |
Nutricionistas tentam resolver a questão começando da pergunta: a alimentação é uma questão de hábito ou de cultura? Pois a população sabe o que come e como come, porém, o hábito repetido há tantos anos impede, ou talvez atrapalhe a pessoa a mudar sua rotina.
Segundo alguuns depoimentos feitos por pessoas de faixas etárias diferentes, adultos comem comidas consideradas mais saudáveis do que os mais jovens. Muitos deles são frenquentadores assíduos de sacolões e fazem questão de sempre ter frutas e verduras à mesa. Ao contrário dos mais jovens, que têm prioridade pelas comidas “fáceis” e “rápidas”, que geralmente são industrializadas e contêm vários componentes químicos nocivos à saúde.

Conforme os mesmos depoimentos, os adultos se preocupam e vigiam mais o que comem do que os mais jovens, estes estão sempre de olho no peso, e quais alimentos fazem bem ou não. Os adolescentes, principalmente, comem o que querem, como, onde e quando querem, “como muita besteira, Mc Donald's, chips a qualquer hora” afirma Débora Marques, 19 anos. A consequência dessa despreocupação dos jovens pode ser observada claramente nos dados do IBGE de 2008, que afirma que “Dos 10 aos 19 anos, sobrepeso aumentou seis vezes para homens e três para mulheres em 34 anos”.
Apesar da boa dieta que a maioria dos adultos afirmou ter, o número de obesos no Brasil ainda é muito expressivo,não importando a idade. A obesidade é a forma mais comum de má-nutrição, mas pode ter diversas origens como, ansiedade, depressão, hereditariedade entre vários outros. Por isso resolver esse problema não é muito simples, porque a origem nem sempre é só no desleixo do peso.
Para controlar e reduzir o excesso de peso, obesidade e promover a alimentação saudável o governo brasileiro entrou nessa luta também. O Ministério da Saúde já implementou o Plano de Ações Estratégicas de Enfrentamento das Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT), que traz como metas, para os próximos dez anos, elevar o consumo de frutas e hortaliças, reduzir o consumo médio de sal da população brasileira, aumentar a atividade física no lazer.
Algumas das propostas que estão disponíveis no site do Ministério, destaco aqui:
“- Promover a aquisição de alimentos saudáveis para o Programa Nacional de Alimentação Escolar, de forma a respeitar as diferenças biológicas entre faixas etárias e condições alimentares que necessitem de atenção especializada”
“- Elaborar e implementar programas de educação alimentar e de nutrição, articulando diferentes setores da sociedade”
O plano foi implementado esse ano, tem a meta de resolver ou pelo menos melhorar outros problemas como tabagismo, alcoolismo entre outros. O plano tem vários objetivos e um dos principais é reduzir a obesidade não importando idade na sociedade. A obesidade é um problema sério, tanto para crianças e adolescentes como para adultos e a iniciativa do Ministério da Saúde foi um passo importante para a solução desse problema.
Confira na integra os depoimentos de várias pessoas com idades diferentes, falando sobre a própria alimentação: